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Menina Estrela

Esqueça o que a Fergie disse lá em 2006 em Big girl don't cry, garotas crescidas choram sim, aliás, nós choramos mais nessa fase.

Choramos por coisas bobas, sim. Choramos ao perder o emprego que gostamos ou de não ter passado na entrevista para o emprego dos sonhos. Choramos porque o nosso sorvete acabou e está tarde e o mercado da esquina de casa já esta fechado. Choramos com qualquer filme que tenha animais como protagonistas ou quando o casal não fica junto no final. Choramos quando o nosso animal de estimação morre. Choramos porque não queremos lavar a louça. Choramos por não termos dinheiro para ir no show do nosso cantor preferido que estará na cidade no próximo fim de semana. Choramos por não ter encontrado o grande amor da nossa vida. Choramos por estar cansada de um amor de merda. Choramos quando o nosso coração é quebrado. Choramos até estragar nossa maquiagem, e choramos mais ao lembrar que passamos horas arrumando-a para ser estragada por coisas bobas como essas lagrimas. Choramos com alguma critica e até mesmo com elogios. Choramos quando o nosso jeans preferido não serve mais; e choramos quando ele fica grande. Choramos quando conseguimos pagar toda a fatura do cartão de crédito, e choramos quando ele é negado.

Choramos em publico sem dar a minima para o que os outros vão pensar. Choramos no conforto da nossa solitária casa. Choramos na calada da noite para ninguém ouvir. Choramos por dentro e sorrimos por fora. Choramos de maneira escandalosa. Choramos discretamente. Choramos com a nossa melhor amiga. Choramos agarrada em nosso gato de estimação, e choramos quando ele nos rejeita.

Não é porque você esta chorando que significa que você é fraca, muito pelo contrario, nós conseguimos sorrir o dia todo como nada estivesse errado e a noite quando esta tudo calmo choramos, você é uma mulher forte, acredite, não tem problema chorar. E como diria a Sia "E eu não ligo se estou bonita, garotas crescidas choram".
"E eu não me importo se estou bonita, garotas crescidas choram quando seu coração é quebrado." - Sia
"É hora de ser grande agora e garotas grandes não choram." - Fergie


*foto retirado do Pinterest
23:36 No Comments
Dizem que há dois tipos de mulheres:
As que pintam as unhas e as que não pintam.
As que usam cabelo comprido e as que gostam do cabelo curto.
As que são gordas e as que são magras.
As que são organizadas e as que são desorganizadas.
As que tingem o cabelo para tapar os brancos e as que pintam para mudar o visual.
As que gostam de cozinhar e as que nem chegam perto da cozinha.
As que gritam para chamar atenção e as que chamam atenção sem dizer uma palavra.
As que amam com facilidade e as que demoram para amar.
As que choram em público e as que esperam chegar em casa para desabar.
As que aceitam o corpo e as que gostariam de mudar pelo menos uma coisa nele.
As que gostam de chá e as que preferem café.
As que preferem um livro e as que preferem um filme.
As que preferem ir ao teatro e a que preferem ir ao cinema.
As que torcem para o mocinho e as que torcem para o vilão.
As que gostam de chocolate preto e as que gostam de chocolate branco.

Uma coisa é certa, existe várias mulheres que ficam no meio termo em pelo menos uma das coisas citadas.
Agora veja, quantas mulheres possuem as mesmas respostas? Existe mesmo apenas dois tipos de mulheres? Seja qual for a reposta, saiba que você é única.
 - Caroline Costa


17:00 No Comments
A liberdade que um dia tanto lutamos para conseguir já não existe mais. Somos escravos, muitas vezes sem perceber. Somos escravos da tecnologia. Discutimos, fazemos novas amizades, nos apaixonamos... sem sair de casa, sem sair da frente do computador. Não sabemos escrever ou aceitar a opinião do outro, buscamos a fama na internet. Quem sou eu? Quem é você? Estamos achados e perdidos. Somos escravos.
      Não sabemos ao certo qual é a cor do céu, mas sabemos qual é a potência da câmera que o fotografa. Não possuímos contato com a natureza, só assistimos a natureza por televisão. Não escrevemos cartas com palavras completas e sinceras, escrevemos mensagens instantâneas com palavras abreviadas, muitas vezes sem sentido.
      Sons de risadas, conversas até tarde, amizades sinceras. Coisas simples. Seria muito pedir que isso voltasse? Seria possível virar um ser social? Não aquele que tem 254 amigos nas redes sociais, aquele que posta coisas já pensando em quantas curtidas irá ganhar..., mas sim aquele que diz "bom dia" olhando nos olhos da pessoa, aquele que diz obrigada, que abre a janela para ver como está o céu.
      Desconecte-se dos cabos por um dia, um único dia. Desligue o celular. Sinta a chuva, vá tomar café com o seu vizinho, sente-se na mesa com a sua família na hora do jantar, visite o seu amigo que já faz tempo que não o vê. Desconecte-se. Viva a realidade, aproveite a sua liberdade.

Caroline Costa


01:07 No Comments
Um pontinho azul eu queria ser, para me misturar com o vasto céu sem limites. Um pontinho verde eu queria ser, para me misturar com a natureza e sentir a paz que tantos querem. Um pontinho branco eu queria ser, para me misturar com a fria e delicada neve. Um pontinho vermelho eu queria ser, para me misturar com o fogo que destrói todo o passado sem dó.
E eu sou a mistura de todas as cores, eu sou um pontinho, seja lá que cor for, visto do espaço.

Um gato eu queria ser, para poder dormir e me espreguiçar sem ninguém reclamar. Uma lagarta eu queria ser, para saber que após toda a dificuldade algo bom me aguarda. Uma girafa eu queria ser, para viver com a cabeça nas nuvens. Um peixe eu queria ser, para poder explorar cada canto dos sete mares.
E eu sou a mistura de todos os animais, eu sou um animal chamado ser humano.

Uma palavra eu queria ser, para poder ter um significado grandioso. Uma virgula eu queria ser, para poder saber que elas servem para dar uma pequena pausa e não um final. Um livro eu queria ser, para poder viver em um mundo diferente e poder proporcionar isso a alguém.
E eu sou este livro difícil de se compreender.

A felicidade eu queria ser, para onde eu passar deixar um pouquinho de mim. O medo eu queria ser, para saber que eu me importo com algo ou alguém. A esperança eu queria ser, para sempre acreditar que algo bom vai acontecer. A solidão, essa eu realmente não queria ser.
E eu sou todos os sentimentos ao mesmo tempo, eu sou uma tempestade. Eu sou um turbilhão de emoções.
Mas, se eu sou tudo isso, porque ainda digo “eu não sei quem eu sou”?

01:00 No Comments
Uma coisa que sempre pensamos é ''como será quando eu terminar o Ensino Médio?''.
Bom, sempre pensei nisso pelo menos. Mas confesso que o fim dele não é o que esperávamos.
Estudei em três escolas, morei em duas cidades. Fiz vários ''colegas'' e amigos que ainda tenho contado, e pretendo ter por muitos anos.
Quando fui para o E.M. Não conhecia ninguém na escola. Fiz amizade com duas garotas através de um trabalho de inglês, que foi sobre a Taylor Swift, cantamos Speak Now juntas para a turma toda. E foi nesse momento que percebi que eu tinha amigas como eu nunca tive antes, mais tarde nos juntamos com o grupo que era odiado na turma.
No segundo ano, nosso grupo aumentou, mais duas pessoas se juntaram a ele. O segundo ano foi o pior ano escolar da minha vida.
No terceiro, duas pessoas saíram do nosso grupo, trocaram de escola.
Tenho varias fotos e videos, tenho varias lembranças. 
Mas essa semana começou a faculdade. E foi estranho entrar na escola, não tinha ninguém no ''nosso canto'', alias o nosso canto nem estava ali, não tinha um rosto conhecido, e ninguém pra reclamar se eu gritasse no meio do patio da escola ''Abraço em grupooo''. Não tinha conversas sobre o que fizemos nas ferias, ou sobre o livros, seriados ou filmes.
Sim, foi estranho, e esta é apenas uma das primeiras ''estranhezas'' que passamos, após o E.M.
Esta é a vida adulta.
Isso são mudanças.
Mas confesso, que por mais irritante que foi o E.M. eu sentirei falta de meus amigos, de comparar as notas e respostas após as provas, de jogar UNO e falar as cores de acordo com as casas de Hogwarts, ou de quando perder jogar todas as cartas na cara de quem venceu e gritar ''que merda de jogo'' e depois rir.
Sentirei falta de fazer de conta que jogo vôlei, quando na verdade só estou contando o placar, bom, nunca mais irei jogar vôlei. Sentirei falta de roubar o livro que a Alessandra estava lendo, para ler, e dela roubando o meu livro. Da Abuela pegando o meu celular para tirar uma foto. E de explicar as contas de matemática e no final falar ''o pega o caderno e copia''. 
A faculdade me assusta agora. A vida me assusta.
Mas com a chegada dela, foi que percebi que estou grata pela minha professora da pré escola ter me passado para a primeira serie no meio do ano. Por que se não fosse por isso, duas series no mesmo ano, eu não teria feito os amigos que tenho, não teria as lembranças que tenho.

14:49 No Comments
    Quando eu tinha cinco anos de idade meu sonho era ter quinze anos, na minha cabeça essa era a "idade magica". Com quinze eu ia usar lindos vestidos de baile e lindos sapatos de salto combinando, iria ter um namorado perfeito, moraria em um grande castelo e a minha festa de aniversario iria entrar na historia dos aniversários.
     Hoje, a "idade magica" já passou, e eu não uso os lindos vestidos e nem os saltos, uso calças jeans, camisetas largas e all star; o namorado perfeito até hoje não o encontrei; o grande castelo se transformou no meu quarto, o qual é o meu refugio; eu desisti da festa de quinze anos, eu desisti de varias coisas.
    Eu cresci. Eu mudei, mas no fundo ainda sou aquela garotinha de cinco anos que sonha viver um conto de fadas.

Caroline Costa
18:24 4 Comments

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Oii, meu nome é Caroline Costa.

Tenho 21 anos e sou uma tipica libriana indecisa. Criei esse blog para 'extravasar' as mil coisas que se passam na minha cabeça.
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